Oi gente! Estou um pouco afastado do meu BLOG devido ao TRT da 7 Região. Sáo 11 turmas... É muito trabalho graças a Deus. Em breve estarei postando novidades. Aliás estou gravando vídeos para o site www.voupassar.com.br Está bastante interessante. O primeiro trabalho está sendo sobre a Lei 8.112 de 1990. Um abraço!
Prof. Walber
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
quarta-feira, 10 de junho de 2009
quarta-feira, 20 de maio de 2009
NOVO LIVRO!
Meus caros alunos! Em breve sairá mais um livro nosso comentado a Lei 8.112/90. Ficou muito bacana. Aguardem novidades!
domingo, 17 de maio de 2009
Imagine se a moda pega!
Indenização
Adultério não é crime, mas pode custar caro
RIO - Trair o marido ou a mulher pode custar caro, literalmente. Como mostra reportagem de Carolina Brígidopublicada pelo GLOBO neste domingo, está ganhando força entre os juízes a tese de que o cônjuge enganado merece indenização financeira para ser recompensado pela humilhação. Isso tem aumentado o número de ações civis contra os adúlteros, muitas vezes condenados a ressarcir quem foi passado para trás. Esse tipo de punição ficou mais comum a partir de 2005, quando o adultério saiu do Código Penal e deixou de ser motivo de prisão. Antes, a prática podia provocar detenção de 15 dias a seis meses para o traidor, assim como para o amante. Em Mato Grosso do Sul, um marido foi condenado, em 2008, a pagar à ex-mulher R$ 53,9 mil porque teve relações extraconjugais. Com uma das amantes, teve uma filha, hoje adulta. Ao longo do processo, a ex-mulher foi submetida a avaliação psicológica. O laudo concluiu que o comportamento do marido causava nela angústia, ansiedade e depressão. "A convivência do casal estendia-se por mais de 30 anos e gerou dois filhos, merecendo, com certeza, final mais digno", escreveu no despacho o juiz Luiz Claudio Bonassini da Silva, da 3 Vara da Família de Campo Grande. A decisão tomou por base o Código Civil de 2002, que lista a fidelidade como um dos deveres do casamento. Embora seja vista como caretice por alguns, a fidelidade é descrita no Código Civil de 2002 como um dos deveres de quem se casa. O descumprimento desse dever tem fundamentado punições judiciais aos infiéis. Para parte dos juízes, quem é traído fica prejudicado psicológica e moralmente - especialmente quando o caso torna-se público. Mas o tema é polêmico. A juíza carioca Andréa Pachá, especialista em direito de família, é contra as indenizações. Diz que as decisões têm evoluído no sentido de humanizar a relação familiar, como os casos de guarda compartilhada.
Colaboração: ex-aluno George Cabral.
Adultério não é crime, mas pode custar caro
RIO - Trair o marido ou a mulher pode custar caro, literalmente. Como mostra reportagem de Carolina Brígidopublicada pelo GLOBO neste domingo, está ganhando força entre os juízes a tese de que o cônjuge enganado merece indenização financeira para ser recompensado pela humilhação. Isso tem aumentado o número de ações civis contra os adúlteros, muitas vezes condenados a ressarcir quem foi passado para trás. Esse tipo de punição ficou mais comum a partir de 2005, quando o adultério saiu do Código Penal e deixou de ser motivo de prisão. Antes, a prática podia provocar detenção de 15 dias a seis meses para o traidor, assim como para o amante. Em Mato Grosso do Sul, um marido foi condenado, em 2008, a pagar à ex-mulher R$ 53,9 mil porque teve relações extraconjugais. Com uma das amantes, teve uma filha, hoje adulta. Ao longo do processo, a ex-mulher foi submetida a avaliação psicológica. O laudo concluiu que o comportamento do marido causava nela angústia, ansiedade e depressão. "A convivência do casal estendia-se por mais de 30 anos e gerou dois filhos, merecendo, com certeza, final mais digno", escreveu no despacho o juiz Luiz Claudio Bonassini da Silva, da 3 Vara da Família de Campo Grande. A decisão tomou por base o Código Civil de 2002, que lista a fidelidade como um dos deveres do casamento. Embora seja vista como caretice por alguns, a fidelidade é descrita no Código Civil de 2002 como um dos deveres de quem se casa. O descumprimento desse dever tem fundamentado punições judiciais aos infiéis. Para parte dos juízes, quem é traído fica prejudicado psicológica e moralmente - especialmente quando o caso torna-se público. Mas o tema é polêmico. A juíza carioca Andréa Pachá, especialista em direito de família, é contra as indenizações. Diz que as decisões têm evoluído no sentido de humanizar a relação familiar, como os casos de guarda compartilhada.
Colaboração: ex-aluno George Cabral.
Imagine se a moda pega!
Indenização
Adultério não é crime, mas pode custar caro
RIO - Trair o marido ou a mulher pode custar caro, literalmente. Como mostra reportagem de Carolina Brígidopublicada pelo GLOBO neste domingo, está ganhando força entre os juízes a tese de que o cônjuge enganado merece indenização financeira para ser recompensado pela humilhação. Isso tem aumentado o número de ações civis contra os adúlteros, muitas vezes condenados a ressarcir quem foi passado para trás. Esse tipo de punição ficou mais comum a partir de 2005, quando o adultério saiu do Código Penal e deixou de ser motivo de prisão. Antes, a prática podia provocar detenção de 15 dias a seis meses para o traidor, assim como para o amante. Em Mato Grosso do Sul, um marido foi condenado, em 2008, a pagar à ex-mulher R$ 53,9 mil porque teve relações extraconjugais. Com uma das amantes, teve uma filha, hoje adulta. Ao longo do processo, a ex-mulher foi submetida a avaliação psicológica. O laudo concluiu que o comportamento do marido causava nela angústia, ansiedade e depressão. "A convivência do casal estendia-se por mais de 30 anos e gerou dois filhos, merecendo, com certeza, final mais digno", escreveu no despacho o juiz Luiz Claudio Bonassini da Silva, da 3 Vara da Família de Campo Grande. A decisão tomou por base o Código Civil de 2002, que lista a fidelidade como um dos deveres do casamento. Embora seja vista como caretice por alguns, a fidelidade é descrita no Código Civil de 2002 como um dos deveres de quem se casa. O descumprimento desse dever tem fundamentado punições judiciais aos infiéis. Para parte dos juízes, quem é traído fica prejudicado psicológica e moralmente - especialmente quando o caso torna-se público. Mas o tema é polêmico. A juíza carioca Andréa Pachá, especialista em direito de família, é contra as indenizações. Diz que as decisões têm evoluído no sentido de humanizar a relação familiar, como os casos de guarda compartilhada.
Colaboração: ex-aluno George Cabral.
Adultério não é crime, mas pode custar caro
RIO - Trair o marido ou a mulher pode custar caro, literalmente. Como mostra reportagem de Carolina Brígidopublicada pelo GLOBO neste domingo, está ganhando força entre os juízes a tese de que o cônjuge enganado merece indenização financeira para ser recompensado pela humilhação. Isso tem aumentado o número de ações civis contra os adúlteros, muitas vezes condenados a ressarcir quem foi passado para trás. Esse tipo de punição ficou mais comum a partir de 2005, quando o adultério saiu do Código Penal e deixou de ser motivo de prisão. Antes, a prática podia provocar detenção de 15 dias a seis meses para o traidor, assim como para o amante. Em Mato Grosso do Sul, um marido foi condenado, em 2008, a pagar à ex-mulher R$ 53,9 mil porque teve relações extraconjugais. Com uma das amantes, teve uma filha, hoje adulta. Ao longo do processo, a ex-mulher foi submetida a avaliação psicológica. O laudo concluiu que o comportamento do marido causava nela angústia, ansiedade e depressão. "A convivência do casal estendia-se por mais de 30 anos e gerou dois filhos, merecendo, com certeza, final mais digno", escreveu no despacho o juiz Luiz Claudio Bonassini da Silva, da 3 Vara da Família de Campo Grande. A decisão tomou por base o Código Civil de 2002, que lista a fidelidade como um dos deveres do casamento. Embora seja vista como caretice por alguns, a fidelidade é descrita no Código Civil de 2002 como um dos deveres de quem se casa. O descumprimento desse dever tem fundamentado punições judiciais aos infiéis. Para parte dos juízes, quem é traído fica prejudicado psicológica e moralmente - especialmente quando o caso torna-se público. Mas o tema é polêmico. A juíza carioca Andréa Pachá, especialista em direito de família, é contra as indenizações. Diz que as decisões têm evoluído no sentido de humanizar a relação familiar, como os casos de guarda compartilhada.
Colaboração: ex-aluno George Cabral.
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Notícias TRT - 7R
APROVADO PROJETO QUE AMPLIA VAGAS DE DESEMBARGADOR FEDERAL DO TRT DO CEARÁ
O plenário da Cãmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira, o projeto de lei que eleva de oito para 14 o número dos desembargadores federais do Tribunal Regionaldo Trabalho - 7ª Região, com sede em Fortaleza. Agora, a matéria deverá seguir para o Senado.O presiddnte do TRT-7ª Região, desembargador federal José Antõnio Parente, comemorou e já mandou para o coordenador da bancada federal do Estado, deputado federal José Nobre Guimarães (PT),, nota de agradecimnto. Em nota, agradeceu a todos, mas destacou o apoio de Guimarães ao projeto.Com o projeto aprovado por completo, haverá a abertura de concurso público para cargos de juizes do trbaalho e servidores, adainta o presidente do tribunal.
Colaboração: ex-aluno George Cabral.
O plenário da Cãmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira, o projeto de lei que eleva de oito para 14 o número dos desembargadores federais do Tribunal Regionaldo Trabalho - 7ª Região, com sede em Fortaleza. Agora, a matéria deverá seguir para o Senado.O presiddnte do TRT-7ª Região, desembargador federal José Antõnio Parente, comemorou e já mandou para o coordenador da bancada federal do Estado, deputado federal José Nobre Guimarães (PT),, nota de agradecimnto. Em nota, agradeceu a todos, mas destacou o apoio de Guimarães ao projeto.Com o projeto aprovado por completo, haverá a abertura de concurso público para cargos de juizes do trbaalho e servidores, adainta o presidente do tribunal.
Colaboração: ex-aluno George Cabral.
sábado, 9 de maio de 2009
Dica Jurisprudência!
http://divisaoinformativos.wordpress.com/2009/03/
Aqui estão os informativos do STF e do STJ por matéria!
Prof. Walber
Aqui estão os informativos do STF e do STJ por matéria!
Prof. Walber
segunda-feira, 27 de abril de 2009
TRT
TRT-Ceará: edital no primeiro semestre. 2º e 3º graus Técnico e analista no Ceará: até R$7.141 20/04/2009 Prosseguem os preparativos do concurso para o Tribunal Regional do Trabalho do Ceará (TRT-7ª Região), destinado aos cargos de técnico (nível médio) e analista judiciários (superior). Conforme informou o diretor geral, Francisco Ibiapina, nos próximos dias será formalizado o contrato com a organizadora, a Fundação Carlos Chagas, e o edital deverá ser divulgado até junho. Além das cinco vagas para preenchimento imediato, o grande interesse é pelo cadastro de reserva, que gera a expectativa de, pelo menos, 159 convocações. A oferta inicial inclui oportunidades para técnico judiciário - área transporte (três vagas), técnico - sem especialidade (uma) e analista judiciário - área judiciária (uma). O diretor geral ressaltou que a concretização da expectativa depende da aprovação do Projeto de Lei nº1.651/2007, que prevê a criação 154 vagas, sendo 75 para técnico e 79 para analista. Contudo, ainda que essa questão não esteja definida, o banco criado será proveitado durante a validade da seleção, que deverá ser de dois anos prorrogável por igual período. O PL já passou por todas as comissões da Câmara e aguarda a apreciação do Plenário para que possa seguir para o Senado. Sendo aprovada nesta instância, a matéria seguirá, finalmente, para a sanção presidencial. Atrativos - A remuneração para o nível médio será de R$4.583,09, sendo salário-base (R$2.662,06), gratificação por atividade judiciária (R$1.331,03) e auxílio-alimentação (R$590).Já os candidatos de nível superior receberão R$7.141,52, sendo salário-base (R$4.367,68), gratificação (R$2.183,84) e o mesmo valor de auxílio-alimentação. Além disso, os servidores ainda têm direto a R$280 de auxílio-creche (para quem possui filhos de até cinco anos) e vale-transporte. Apesar de ainda não haver uma definição quanto ao programa a ser exigido, os candidatos podem dar início aos estudos com base no último concurso, realizado em 2003, pela Escola de Administração .
FONTE: EX - ALUNO George Cabral
FONTE: EX - ALUNO George Cabral
segunda-feira, 13 de abril de 2009
AGRADECIMENTO!
Pessoal! Só tenho a agradecer sobre o meu primeiro livro. A receptividade está incrível graças a Deus! Vocês sabiam que sairá outro livro, este fazendo comentários sobre o estatuto dos servidores públicos federais? Aguardem novidades!
Prof. Walber
Prof. Walber
domingo, 22 de março de 2009
Notícias!
20/03/2009 - 09h50
Substituição de terceirizados está mantida por enquanto, diz Planejamento
Da Redação da FolhaEm São Paulo
Apesar do corte no Orçamento e no atraso dos concursos já autorizados, o Ministéro do Planejamento, Orçamento e Gestão afirma que não há previsão de alteração nos processos seletivos que substituirão funcionários terceirizados irregulares. Isso porque um compromisso firmado entre o governo federal e o MPT (Ministério Público do Trabalho) prevê, em 2009, a substituição de 60% do contingente de terceirizados existente na administração direta -- cerca de 12.633 profissionais (número que não engloba autarquias e fundações, por exemplo). Os outros 40% serão recrutados em 2010. Para alterar esse cronograma, o governo teria de renegociar com o MPT, mas o Planejamento diz que, na atual situação, isso não é necessário. Pelo acordo, 7.580 concursados têm de ser contratados neste ano. Desse número, no entanto, podemos retirar as 2.722 vagas dos ministérios da Saúde e do Trabalho e Emprego que já abriram concursos para realizar as substituições, além das 1.599 já autorizadas, no MEC (Ministério da Educação, no Ministério da Integração Nacional e no Ministério da Justiça, no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e no próprio Planejamento. Ou seja, ainda devem ser autorizadas e preenchidas neste ano outras 3.259 vagas para a substituição de terceirizados: o ministério não adianta para quais órgãos irão os postos. IrregularesO acordo com MPT determina que os empregados vinculados aos contratos de prestação de serviços em discordância com o Decreto nº 2.271/97 deverão ser substituídos por servidores nomeados por meio de concurso público. O decreto prevê somente a contratação de terceirizados para a realização de atividades de conservação, limpeza, segurança, vigilância, transportes, informática, copeiragem, recepção, reprografia, telecomunicações e manutenção de prédios.
Colaboração: ex-aluno George Cabral
Substituição de terceirizados está mantida por enquanto, diz Planejamento
Da Redação da FolhaEm São Paulo
Apesar do corte no Orçamento e no atraso dos concursos já autorizados, o Ministéro do Planejamento, Orçamento e Gestão afirma que não há previsão de alteração nos processos seletivos que substituirão funcionários terceirizados irregulares. Isso porque um compromisso firmado entre o governo federal e o MPT (Ministério Público do Trabalho) prevê, em 2009, a substituição de 60% do contingente de terceirizados existente na administração direta -- cerca de 12.633 profissionais (número que não engloba autarquias e fundações, por exemplo). Os outros 40% serão recrutados em 2010. Para alterar esse cronograma, o governo teria de renegociar com o MPT, mas o Planejamento diz que, na atual situação, isso não é necessário. Pelo acordo, 7.580 concursados têm de ser contratados neste ano. Desse número, no entanto, podemos retirar as 2.722 vagas dos ministérios da Saúde e do Trabalho e Emprego que já abriram concursos para realizar as substituições, além das 1.599 já autorizadas, no MEC (Ministério da Educação, no Ministério da Integração Nacional e no Ministério da Justiça, no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e no próprio Planejamento. Ou seja, ainda devem ser autorizadas e preenchidas neste ano outras 3.259 vagas para a substituição de terceirizados: o ministério não adianta para quais órgãos irão os postos. IrregularesO acordo com MPT determina que os empregados vinculados aos contratos de prestação de serviços em discordância com o Decreto nº 2.271/97 deverão ser substituídos por servidores nomeados por meio de concurso público. O decreto prevê somente a contratação de terceirizados para a realização de atividades de conservação, limpeza, segurança, vigilância, transportes, informática, copeiragem, recepção, reprografia, telecomunicações e manutenção de prédios.
Colaboração: ex-aluno George Cabral
sábado, 14 de março de 2009
Bernardo: governo admite adiar reajuste de servidores e concursos públicos
Publicação: 13/03/2009 19:12 Atualização: 13/03/2009 19:29
O ministro do Planejamento admitiu nesta sexta-feira (13/03) que o governo poderá adiar os reajustes salariais dos servidores públicos previstos para este ano. E que o mesmo poderá acontecer com a contratação de pessoas aprovadas em concursos públicos."O adiamento da reposição salarial já estava previsto em Lei. O reajuste salarial que o governo concedeu tem parcelas que serão pagas em 2009 e 2010. A lei que aprovou estes reajustes prevê que, se houver uma queda muito grande da receita do governo, os reajustes poderão ser postergados", afirmou.Paulo Bernardo disse, porem, que nada ainda está definido . "Não tomamos esta decisão ainda, mas existe essa possibilidade. Até o mês de maio teremos uma posição, porque o reajuste é para ser concedido no mês de julho. Vamos decidir a tempo de avisar e ouvir todas as partes interessadas", declarou. Concursos Com relação aos concursos, serão mantidos apenas aqueles considerados absolutamente prioritários para o governo. O ministro citou como exemplo os da área da educação . "Queremos ampliar as escolas técnicas e universidades", disse.O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, participou hoje, em Curitiba, da solenidade de inauguração da nova sede do Tribuna Regional do Trabalho da 9ª Região.
COLABORAÇÃO: EX-ALUNO GEORGE CABRAL.
Publicação: 13/03/2009 19:12 Atualização: 13/03/2009 19:29
O ministro do Planejamento admitiu nesta sexta-feira (13/03) que o governo poderá adiar os reajustes salariais dos servidores públicos previstos para este ano. E que o mesmo poderá acontecer com a contratação de pessoas aprovadas em concursos públicos."O adiamento da reposição salarial já estava previsto em Lei. O reajuste salarial que o governo concedeu tem parcelas que serão pagas em 2009 e 2010. A lei que aprovou estes reajustes prevê que, se houver uma queda muito grande da receita do governo, os reajustes poderão ser postergados", afirmou.Paulo Bernardo disse, porem, que nada ainda está definido . "Não tomamos esta decisão ainda, mas existe essa possibilidade. Até o mês de maio teremos uma posição, porque o reajuste é para ser concedido no mês de julho. Vamos decidir a tempo de avisar e ouvir todas as partes interessadas", declarou. Concursos Com relação aos concursos, serão mantidos apenas aqueles considerados absolutamente prioritários para o governo. O ministro citou como exemplo os da área da educação . "Queremos ampliar as escolas técnicas e universidades", disse.O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, participou hoje, em Curitiba, da solenidade de inauguração da nova sede do Tribuna Regional do Trabalho da 9ª Região.
COLABORAÇÃO: EX-ALUNO GEORGE CABRAL.
quinta-feira, 5 de março de 2009
Modificação no edital do Ministério da Fazenda - RECEITA NÍVEL MÉDIO.
Houve uma alteração neste edital. A prova, provavelmente, será no dia 10/05/2009.
Prof. Walber
Prof. Walber
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
SAIU EDITAL TRE - CE.
ATENÇÃO! 11:39 DIA 16 de janeiro de 2009.
SAIU O EDITAL DO TRE/CE. NÃO HÁ MATEMÁTICA, NEM INFORMÁTICA.
Prof. Walber
SAIU O EDITAL DO TRE/CE. NÃO HÁ MATEMÁTICA, NEM INFORMÁTICA.
Prof. Walber
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Estrevista!
"O Estado tem de fazer da gestão o seu negócio", diz Viana
Foto: Carlos Moura/Correio Braziliense (09/01/2007) A burocracia de Estado está em mutação. Com mais concursos na praça, gente qualificada passou a engrossar as fileiras da administração. Sinal dos tempos. Os salários melhoraram, mas os desafios também ficaram mais difíceis. Principalmente no Executivo. O secretário de Gestão do Ministério do Planejamento, Marcelo Viana, explica que o "xis" da questão é conjugar ferramentas inovadoras com práticas tradicionais. O resultado, espera-se, serão serviços melhores, cidadãos mais bem atendidos, contribuintes satisfeitos. Em tempos de crise econômica, pensar em gestão de Estado fica um pouco mais complicado. Nesta entrevista ao blog, Viana desenrola alguns novelos. Por que, no funcionalismo, a satisfação pessoal está tão atrelada ao salário?Não acho que seja o salário que faz a pessoa feliz. Mas é que no mercado as pessoas procuram vender na sociedade capitalista sua força de trabalho pelo melhor preço possível. Então, evidentemente, a remuneração é um ponto importante para a satisfação das pessoas. É a condição necessária, mas não é suficiente nem para as pessoas ficarem felizes e nem para garantir por si que a qualidade do sérico público vai melhorar. Em geral, paga-se menos para quem realmente tem de prestar um serviço direto à população e paga-se mais a quem tem de carregar papel de um lugar para o outro. Talvez aí esteja a origem daquele problema de que as pessoas percebem o Estado como caro e reclamem dos serviços que recebem. Talvez porque o Estado caro é caro porque vai para outras coisas que não a remuneração do servidor que tem de prestar um serviço efetivo ao cidadão. Talvez. O governo busca imprimir uma maior profissionalização no setor público. O Brasil caminha para isso mesmo?Avançamos na questão da valorização financeira. Havia uma demanda reprimida de anos. No que diz respeito a uma estrutura de incentivo estamos iniciando um processo importante. Vamos colocar em consulta pública tanto uma proposta de decreto voltada para simplificação do atendimento ao cidadão, para parar de pedir ao cidadão informações que o Estado já detém. E mais um projeto de lei que prevê a contratualização de desempenho institucional na administração pública, com a concessão de autonomias gerenciais, e também com a reversão dos ganhos de eficiência para reverter para os órgãos e entidades que economizem. Isso inclusive pode vir até ser transformado em bonificação ao servidor. Seria quase que um PRL (Participação nos Lucros e Resultados) da administração pública federal. Em que medida a estabilidade no emprego atrapalha ou facilita o processo de implementação dessas políticas?Temos de trabalhar no sentido de verificar se esses novos incentivos poderão contrarestar alguma tendência à acomodação derivada da estabilidade. Acabar com a estabilidade pura e simplesmente sem ter políticas de incentivo ou desempenho não vai levar a muita coisa. Colocar a estabilidade como questão central é equivocado. O desafio é conjugar essa situação atual com os incentivos corretos. Agora, pode ser que, no futuro, se chegue à seguinte conclusão: 'talvez não deva haver estabilidade para todo mundo'. Gestão virou palavra de ordem de quase todos os políticos neste início de ano. É só discurso?O ano de 2009 é o ano da gestão. O assunto tem grande repercussão, está na pauta dos prefeitos eleitos. Temos um caldo político cuja palavra síntese é gestão. Alguns dos principais candidatos a presidente estão se credenciando com base nas suas qualidades de gerente. Deve haver algum motivo nisso, há alguma demanda da sociedade por isso. Estamos nos apropriando das melhores práticas em termos de gestão. O Estado tem de fazer da gestão o seu negócio, assim como o setor privado procura fazê-lo. Para ser servidor é preciso ter vocação?Sim. Fico preocupado, pelo fato da remuneração ter ficado boa, tem muita gente sem vocação pensando em fazer concurso só por causa do salário. Mas é preciso acreditar no que vai fazer, tem de ter compromisso. Se amanhã o vento soprar em outra direção, aqueles que vieram só pelo salário vão fugir, mas vai ter gente que vai ficar e fazer o trabalho. Esse entra e sai que acontece dentro da administração, inclusive entre os Poderes, não atrapalha?Há uma política remuneratória hoje capaz de atrair e reter bons talentos. Se todos terão vocação ou não para a administração? Isso é uma questão problemática. E aí essa vocação pode ser mais ou menos estimulada conforme o uso dos outros incentivos para além da questão remuneratória. A remuneração é importante, mas não é um fato exclusivo, absoluto nem único
Foto: Carlos Moura/Correio Braziliense (09/01/2007) A burocracia de Estado está em mutação. Com mais concursos na praça, gente qualificada passou a engrossar as fileiras da administração. Sinal dos tempos. Os salários melhoraram, mas os desafios também ficaram mais difíceis. Principalmente no Executivo. O secretário de Gestão do Ministério do Planejamento, Marcelo Viana, explica que o "xis" da questão é conjugar ferramentas inovadoras com práticas tradicionais. O resultado, espera-se, serão serviços melhores, cidadãos mais bem atendidos, contribuintes satisfeitos. Em tempos de crise econômica, pensar em gestão de Estado fica um pouco mais complicado. Nesta entrevista ao blog, Viana desenrola alguns novelos. Por que, no funcionalismo, a satisfação pessoal está tão atrelada ao salário?Não acho que seja o salário que faz a pessoa feliz. Mas é que no mercado as pessoas procuram vender na sociedade capitalista sua força de trabalho pelo melhor preço possível. Então, evidentemente, a remuneração é um ponto importante para a satisfação das pessoas. É a condição necessária, mas não é suficiente nem para as pessoas ficarem felizes e nem para garantir por si que a qualidade do sérico público vai melhorar. Em geral, paga-se menos para quem realmente tem de prestar um serviço direto à população e paga-se mais a quem tem de carregar papel de um lugar para o outro. Talvez aí esteja a origem daquele problema de que as pessoas percebem o Estado como caro e reclamem dos serviços que recebem. Talvez porque o Estado caro é caro porque vai para outras coisas que não a remuneração do servidor que tem de prestar um serviço efetivo ao cidadão. Talvez. O governo busca imprimir uma maior profissionalização no setor público. O Brasil caminha para isso mesmo?Avançamos na questão da valorização financeira. Havia uma demanda reprimida de anos. No que diz respeito a uma estrutura de incentivo estamos iniciando um processo importante. Vamos colocar em consulta pública tanto uma proposta de decreto voltada para simplificação do atendimento ao cidadão, para parar de pedir ao cidadão informações que o Estado já detém. E mais um projeto de lei que prevê a contratualização de desempenho institucional na administração pública, com a concessão de autonomias gerenciais, e também com a reversão dos ganhos de eficiência para reverter para os órgãos e entidades que economizem. Isso inclusive pode vir até ser transformado em bonificação ao servidor. Seria quase que um PRL (Participação nos Lucros e Resultados) da administração pública federal. Em que medida a estabilidade no emprego atrapalha ou facilita o processo de implementação dessas políticas?Temos de trabalhar no sentido de verificar se esses novos incentivos poderão contrarestar alguma tendência à acomodação derivada da estabilidade. Acabar com a estabilidade pura e simplesmente sem ter políticas de incentivo ou desempenho não vai levar a muita coisa. Colocar a estabilidade como questão central é equivocado. O desafio é conjugar essa situação atual com os incentivos corretos. Agora, pode ser que, no futuro, se chegue à seguinte conclusão: 'talvez não deva haver estabilidade para todo mundo'. Gestão virou palavra de ordem de quase todos os políticos neste início de ano. É só discurso?O ano de 2009 é o ano da gestão. O assunto tem grande repercussão, está na pauta dos prefeitos eleitos. Temos um caldo político cuja palavra síntese é gestão. Alguns dos principais candidatos a presidente estão se credenciando com base nas suas qualidades de gerente. Deve haver algum motivo nisso, há alguma demanda da sociedade por isso. Estamos nos apropriando das melhores práticas em termos de gestão. O Estado tem de fazer da gestão o seu negócio, assim como o setor privado procura fazê-lo. Para ser servidor é preciso ter vocação?Sim. Fico preocupado, pelo fato da remuneração ter ficado boa, tem muita gente sem vocação pensando em fazer concurso só por causa do salário. Mas é preciso acreditar no que vai fazer, tem de ter compromisso. Se amanhã o vento soprar em outra direção, aqueles que vieram só pelo salário vão fugir, mas vai ter gente que vai ficar e fazer o trabalho. Esse entra e sai que acontece dentro da administração, inclusive entre os Poderes, não atrapalha?Há uma política remuneratória hoje capaz de atrair e reter bons talentos. Se todos terão vocação ou não para a administração? Isso é uma questão problemática. E aí essa vocação pode ser mais ou menos estimulada conforme o uso dos outros incentivos para além da questão remuneratória. A remuneração é importante, mas não é um fato exclusivo, absoluto nem único
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Concursos Públicos
Concursos com inscrições abertas nesta segunda oferecem 11,6 mil vagas
Cargos são para todos os níveis de escolaridade.Salários chegam a R$ 17,7 mil.Procure aqui o seu:http://g1.globo.com/Noticias/Concursos_Empregos/0,,MUL951323-9654,00-CONCURSOS+COM+INSCRICOES+ABERTAS+NESTA+SEGUNDA+OFERECEM+MIL+VAGAS.html
Colaboração: ex-aluno Emmanuel Ferro!
Cargos são para todos os níveis de escolaridade.Salários chegam a R$ 17,7 mil.Procure aqui o seu:http://g1.globo.com/Noticias/Concursos_Empregos/0,,MUL951323-9654,00-CONCURSOS+COM+INSCRICOES+ABERTAS+NESTA+SEGUNDA+OFERECEM+MIL+VAGAS.html
Colaboração: ex-aluno Emmanuel Ferro!
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