quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Estrevista!
"O Estado tem de fazer da gestão o seu negócio", diz Viana
Foto: Carlos Moura/Correio Braziliense (09/01/2007) A burocracia de Estado está em mutação. Com mais concursos na praça, gente qualificada passou a engrossar as fileiras da administração. Sinal dos tempos. Os salários melhoraram, mas os desafios também ficaram mais difíceis. Principalmente no Executivo. O secretário de Gestão do Ministério do Planejamento, Marcelo Viana, explica que o "xis" da questão é conjugar ferramentas inovadoras com práticas tradicionais. O resultado, espera-se, serão serviços melhores, cidadãos mais bem atendidos, contribuintes satisfeitos. Em tempos de crise econômica, pensar em gestão de Estado fica um pouco mais complicado. Nesta entrevista ao blog, Viana desenrola alguns novelos. Por que, no funcionalismo, a satisfação pessoal está tão atrelada ao salário?Não acho que seja o salário que faz a pessoa feliz. Mas é que no mercado as pessoas procuram vender na sociedade capitalista sua força de trabalho pelo melhor preço possível. Então, evidentemente, a remuneração é um ponto importante para a satisfação das pessoas. É a condição necessária, mas não é suficiente nem para as pessoas ficarem felizes e nem para garantir por si que a qualidade do sérico público vai melhorar. Em geral, paga-se menos para quem realmente tem de prestar um serviço direto à população e paga-se mais a quem tem de carregar papel de um lugar para o outro. Talvez aí esteja a origem daquele problema de que as pessoas percebem o Estado como caro e reclamem dos serviços que recebem. Talvez porque o Estado caro é caro porque vai para outras coisas que não a remuneração do servidor que tem de prestar um serviço efetivo ao cidadão. Talvez. O governo busca imprimir uma maior profissionalização no setor público. O Brasil caminha para isso mesmo?Avançamos na questão da valorização financeira. Havia uma demanda reprimida de anos. No que diz respeito a uma estrutura de incentivo estamos iniciando um processo importante. Vamos colocar em consulta pública tanto uma proposta de decreto voltada para simplificação do atendimento ao cidadão, para parar de pedir ao cidadão informações que o Estado já detém. E mais um projeto de lei que prevê a contratualização de desempenho institucional na administração pública, com a concessão de autonomias gerenciais, e também com a reversão dos ganhos de eficiência para reverter para os órgãos e entidades que economizem. Isso inclusive pode vir até ser transformado em bonificação ao servidor. Seria quase que um PRL (Participação nos Lucros e Resultados) da administração pública federal. Em que medida a estabilidade no emprego atrapalha ou facilita o processo de implementação dessas políticas?Temos de trabalhar no sentido de verificar se esses novos incentivos poderão contrarestar alguma tendência à acomodação derivada da estabilidade. Acabar com a estabilidade pura e simplesmente sem ter políticas de incentivo ou desempenho não vai levar a muita coisa. Colocar a estabilidade como questão central é equivocado. O desafio é conjugar essa situação atual com os incentivos corretos. Agora, pode ser que, no futuro, se chegue à seguinte conclusão: 'talvez não deva haver estabilidade para todo mundo'. Gestão virou palavra de ordem de quase todos os políticos neste início de ano. É só discurso?O ano de 2009 é o ano da gestão. O assunto tem grande repercussão, está na pauta dos prefeitos eleitos. Temos um caldo político cuja palavra síntese é gestão. Alguns dos principais candidatos a presidente estão se credenciando com base nas suas qualidades de gerente. Deve haver algum motivo nisso, há alguma demanda da sociedade por isso. Estamos nos apropriando das melhores práticas em termos de gestão. O Estado tem de fazer da gestão o seu negócio, assim como o setor privado procura fazê-lo. Para ser servidor é preciso ter vocação?Sim. Fico preocupado, pelo fato da remuneração ter ficado boa, tem muita gente sem vocação pensando em fazer concurso só por causa do salário. Mas é preciso acreditar no que vai fazer, tem de ter compromisso. Se amanhã o vento soprar em outra direção, aqueles que vieram só pelo salário vão fugir, mas vai ter gente que vai ficar e fazer o trabalho. Esse entra e sai que acontece dentro da administração, inclusive entre os Poderes, não atrapalha?Há uma política remuneratória hoje capaz de atrair e reter bons talentos. Se todos terão vocação ou não para a administração? Isso é uma questão problemática. E aí essa vocação pode ser mais ou menos estimulada conforme o uso dos outros incentivos para além da questão remuneratória. A remuneração é importante, mas não é um fato exclusivo, absoluto nem único
Foto: Carlos Moura/Correio Braziliense (09/01/2007) A burocracia de Estado está em mutação. Com mais concursos na praça, gente qualificada passou a engrossar as fileiras da administração. Sinal dos tempos. Os salários melhoraram, mas os desafios também ficaram mais difíceis. Principalmente no Executivo. O secretário de Gestão do Ministério do Planejamento, Marcelo Viana, explica que o "xis" da questão é conjugar ferramentas inovadoras com práticas tradicionais. O resultado, espera-se, serão serviços melhores, cidadãos mais bem atendidos, contribuintes satisfeitos. Em tempos de crise econômica, pensar em gestão de Estado fica um pouco mais complicado. Nesta entrevista ao blog, Viana desenrola alguns novelos. Por que, no funcionalismo, a satisfação pessoal está tão atrelada ao salário?Não acho que seja o salário que faz a pessoa feliz. Mas é que no mercado as pessoas procuram vender na sociedade capitalista sua força de trabalho pelo melhor preço possível. Então, evidentemente, a remuneração é um ponto importante para a satisfação das pessoas. É a condição necessária, mas não é suficiente nem para as pessoas ficarem felizes e nem para garantir por si que a qualidade do sérico público vai melhorar. Em geral, paga-se menos para quem realmente tem de prestar um serviço direto à população e paga-se mais a quem tem de carregar papel de um lugar para o outro. Talvez aí esteja a origem daquele problema de que as pessoas percebem o Estado como caro e reclamem dos serviços que recebem. Talvez porque o Estado caro é caro porque vai para outras coisas que não a remuneração do servidor que tem de prestar um serviço efetivo ao cidadão. Talvez. O governo busca imprimir uma maior profissionalização no setor público. O Brasil caminha para isso mesmo?Avançamos na questão da valorização financeira. Havia uma demanda reprimida de anos. No que diz respeito a uma estrutura de incentivo estamos iniciando um processo importante. Vamos colocar em consulta pública tanto uma proposta de decreto voltada para simplificação do atendimento ao cidadão, para parar de pedir ao cidadão informações que o Estado já detém. E mais um projeto de lei que prevê a contratualização de desempenho institucional na administração pública, com a concessão de autonomias gerenciais, e também com a reversão dos ganhos de eficiência para reverter para os órgãos e entidades que economizem. Isso inclusive pode vir até ser transformado em bonificação ao servidor. Seria quase que um PRL (Participação nos Lucros e Resultados) da administração pública federal. Em que medida a estabilidade no emprego atrapalha ou facilita o processo de implementação dessas políticas?Temos de trabalhar no sentido de verificar se esses novos incentivos poderão contrarestar alguma tendência à acomodação derivada da estabilidade. Acabar com a estabilidade pura e simplesmente sem ter políticas de incentivo ou desempenho não vai levar a muita coisa. Colocar a estabilidade como questão central é equivocado. O desafio é conjugar essa situação atual com os incentivos corretos. Agora, pode ser que, no futuro, se chegue à seguinte conclusão: 'talvez não deva haver estabilidade para todo mundo'. Gestão virou palavra de ordem de quase todos os políticos neste início de ano. É só discurso?O ano de 2009 é o ano da gestão. O assunto tem grande repercussão, está na pauta dos prefeitos eleitos. Temos um caldo político cuja palavra síntese é gestão. Alguns dos principais candidatos a presidente estão se credenciando com base nas suas qualidades de gerente. Deve haver algum motivo nisso, há alguma demanda da sociedade por isso. Estamos nos apropriando das melhores práticas em termos de gestão. O Estado tem de fazer da gestão o seu negócio, assim como o setor privado procura fazê-lo. Para ser servidor é preciso ter vocação?Sim. Fico preocupado, pelo fato da remuneração ter ficado boa, tem muita gente sem vocação pensando em fazer concurso só por causa do salário. Mas é preciso acreditar no que vai fazer, tem de ter compromisso. Se amanhã o vento soprar em outra direção, aqueles que vieram só pelo salário vão fugir, mas vai ter gente que vai ficar e fazer o trabalho. Esse entra e sai que acontece dentro da administração, inclusive entre os Poderes, não atrapalha?Há uma política remuneratória hoje capaz de atrair e reter bons talentos. Se todos terão vocação ou não para a administração? Isso é uma questão problemática. E aí essa vocação pode ser mais ou menos estimulada conforme o uso dos outros incentivos para além da questão remuneratória. A remuneração é importante, mas não é um fato exclusivo, absoluto nem único
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Concursos Públicos
Concursos com inscrições abertas nesta segunda oferecem 11,6 mil vagas
Cargos são para todos os níveis de escolaridade.Salários chegam a R$ 17,7 mil.Procure aqui o seu:http://g1.globo.com/Noticias/Concursos_Empregos/0,,MUL951323-9654,00-CONCURSOS+COM+INSCRICOES+ABERTAS+NESTA+SEGUNDA+OFERECEM+MIL+VAGAS.html
Colaboração: ex-aluno Emmanuel Ferro!
Cargos são para todos os níveis de escolaridade.Salários chegam a R$ 17,7 mil.Procure aqui o seu:http://g1.globo.com/Noticias/Concursos_Empregos/0,,MUL951323-9654,00-CONCURSOS+COM+INSCRICOES+ABERTAS+NESTA+SEGUNDA+OFERECEM+MIL+VAGAS.html
Colaboração: ex-aluno Emmanuel Ferro!
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Vamos descontrair!
FAZENDO ARTE NA CERTIDÃO DE NASCIMENTO
Escrito por Mauricio Garcia
Sou formado em Medicina há 7 anos, e minha carreira me proporcionou contato com as mais variadas e indescritíveis figuras e situações.
Vim de família de classe média e começar a trabalhar com todas as parcelas da população é um choque de cultura inigualável.
Vê-se de tudo. Muitas das situações não podem ser descritas aqui, causariam conflitos éticos em uma profissão onde o sigilo médico impera.
Porém, este capítulo da Medicina que abordo agora é aberto a todos.
E engraçadíssimo, por sinal.
Apesar de Portugal nos ter fornecido estoque inesgotável de piadas sobre seus habitantes, se vivêssemos sob as leis de lá, este artigo não seria escrito. Estou me referindo ao rigor português ao escolher o nome da criança recém-nata, pois lá existe uma lista de nomes possíveis.
Mas isto aqui é Brasil.
O brasileiro é um povo criativo, e resolve fazer arte até na hora de batizar seus filhos.
Apresento a vocês uma coletânea feita com colegas meus de profissão, principalmente os pediatras, dos nomes mais bizarros e engraçados vistos em consultórios, maternidades e afins.
Afinal, todo mundo tem que passar pelo médico um dia.
Vamos brincar de dar nomes bizarros para nossos filhos! Afinal, eles não podem reclamar mesmo:
- Valdisnei: Um clássico. Homenagem ao grande Walt Disney.
- Usnavi: Filho de um fanático por navios americanos, que apresentam a inscrição U.S. NAVY.
- Kaelisson Bruno: Homenagem ao grupo KLB (Kiko, Leandro e Bruno)
- Caso famoso em Recife: Xerox (pai), Fotocópia (filha mais velha) e Autenticada (filha mais nova).
- Merdalina: Pois é. Tem de tudo.
- Maiquel Edy Marfy: Seria Michael + Eddie Murphy?
- Maycom Géquiçom: Sem comentários
- Urinoldo Alequissandro: O médico que atendia este garoto o encaminhou para outro colega. Não conseguia parar de rir ao associar o garoto com um urinol.
- Kevinson Junior: O nome do pai era Rafael.
- Caralhecilda: Ninguém chamava a paciente gritando. Por que será?
- Um Dois Três de Oliveira Quatro: Esse é famoso. É um agricultor potiguar.
- Tospericagerja: Um clássico, homenagem do pai aos craques da Copa de 70: TOStão, PElé, RIvelino, CArlos Alberto, GERson, JAirzinho.
- Jean Claude Van Dame da Silva: Um magrinho raquítico.
- Boniclaide: Bonnie and Clyde
- Erripóter: A mãe não se chamava J.K Rowling.
- Kalifornia Drim dos Santos e Roliude dos Santos: Irmãos provindos de uma comunidade hippie.
- Darkson Stick Nick da Silva: Venceu um concurso promovido pelos médicos: O pior nome!
- Harlei David Son: Born to be wild!
- Laion, Pantro e Xitara: Geração Thundercats.
- Uilikit e Uiliket: Gêmeos também da geração acima.
- Bilidudilei e Jimibradilei da Silva: Irmãos.
- Letisgo: Outro clássico. Let´s go, em versão tupiniquim.
- Railander da Silva: Esse sofreu um corte, para sua sorte, não foi a sua cabeça que foi cortada.
- Heman Eduardo: A pronúncia é He-man! Pelos poderes de Grayskull!! Acreditem ou não, sua irmã se chamava She-Ra.
- Bruno: Filho mais velho. Até aí nada, o problema foi quando o mais novo nasceu e foi batizado de Marrone.
- Pir: Pronúncia PI-ERRE.
- Ellen Geoáite: Homenagem a uma escritora americana chamada Ellen G. White.
- Eneaotil: Era mais fácil chamar de NÃO.
- Darzã: O pai era fanho e o cara do cartório não entendeu quando ele disse: Tarzan.
- Kwysswyla: Uma proeza, só uma vogal! Leia-se Quíssila.
- Romixinaide: Homenagem a Romy Schneider. Tá, eu sei que você não conhece. Foi uma diva do cinema há uns 50 anos atrás.
- Shaite: Nosso velejador Robert Scheidt também merece homenagem
- Madeinusa: Exótico? Apenas a expressão MADE IN USA, junta.
- Free William da Silva: Free Willy legendado.
- Mijardenia e Merdamercia: Irmãs, carinhosamente chamadas de Mimi e Memé.
- Tayla Nayla, Taxla Naxla, Tarla Narla: Levanta a mão aí quem também era fã de Tartarugas Ninja!
- Michelângelo: Seria uma homenagem bonita ao pintor renascentista?
Nada, era a tartaruga ninja mesmo.
- Leidi Dai: Nem precisa tecla SAP.
- João Lenão: Beatle tupiniquim.
- Magaiver: Esse com certeza tinha uma mãe que tomava pílula e um pai vasectomizado que estava usando camisinha no dia. E mesmo assim nasceu.
- Orange, Blue e Yellow: Família arco-íris.
- Justdoit: A Nike fazendo a cabeça do povão.
- Aga Esterna: Essa era uma jóia! Literalmente.
- Mari Onete: Ao contrário do que se pensa, foi sozinha à consulta.
- Delícia Cremosa: Devem ter levado o pote de margarina pro cartório.
- Jedai: Que a força esteja com você.
- Inri: Isso mesmo. Jesus de Nazaré Rei dos Judeus.
- Rudegulete e Claiver: 2 irmãos, uma dupla de ataque poderosa (RuudGullit e Kluivert).
- Ulton: Ao chamar a criança, o médico foi corrigido pela mãe: U-Eli-Ton. Tem que pronunciar o “L”.
- Istiveonder da Silva: Ao contrário do cantor, esse enxergava bem.
- Uiliam Bone: Futuro apresentador do Jornal Nacional.
- Silvester Estalone: Diz o médico que pediu um autógrafo.
- Hyrum: Pronuncia "Airon". Questionado, o pai disse que era homenagem ao Iron Maiden.
- Frankstein Junior: O pai se chamava João da Silva.
- Como será que posso fazer pra demonstrar minha paixão pelo esporte e minha estupidez simultaneamente? Kung Fu José e Kung Fu João: Gêmeos.
- Myqueimausi: Deve ser filho do Valdisnei
- Miquetiçon: Segundo a mãe, pronuncia-se Mike Tyson.
- Patrick Itambé da Silva: Homenagem ao ex-piloto francês de F1: Patrick Tambay.
- Villejack Jeans e Cachemire Bouquet: Dois irmãos. Eita propaganda!
- Hotidogson: Nem o cachorro quente escapa da homenagem.
- Milquesheiqueson: Qual era o sabor?
- Brucili Benedito da Silva: Mais um homenageado, Bruce Lee.
- Abias Corpus da Silva: Esse nunca iria preso.
"B R A Z I L" PAÍS DA CRIATIVIDADE??!!
Escrito por Mauricio Garcia
Sou formado em Medicina há 7 anos, e minha carreira me proporcionou contato com as mais variadas e indescritíveis figuras e situações.
Vim de família de classe média e começar a trabalhar com todas as parcelas da população é um choque de cultura inigualável.
Vê-se de tudo. Muitas das situações não podem ser descritas aqui, causariam conflitos éticos em uma profissão onde o sigilo médico impera.
Porém, este capítulo da Medicina que abordo agora é aberto a todos.
E engraçadíssimo, por sinal.
Apesar de Portugal nos ter fornecido estoque inesgotável de piadas sobre seus habitantes, se vivêssemos sob as leis de lá, este artigo não seria escrito. Estou me referindo ao rigor português ao escolher o nome da criança recém-nata, pois lá existe uma lista de nomes possíveis.
Mas isto aqui é Brasil.
O brasileiro é um povo criativo, e resolve fazer arte até na hora de batizar seus filhos.
Apresento a vocês uma coletânea feita com colegas meus de profissão, principalmente os pediatras, dos nomes mais bizarros e engraçados vistos em consultórios, maternidades e afins.
Afinal, todo mundo tem que passar pelo médico um dia.
Vamos brincar de dar nomes bizarros para nossos filhos! Afinal, eles não podem reclamar mesmo:
- Valdisnei: Um clássico. Homenagem ao grande Walt Disney.
- Usnavi: Filho de um fanático por navios americanos, que apresentam a inscrição U.S. NAVY.
- Kaelisson Bruno: Homenagem ao grupo KLB (Kiko, Leandro e Bruno)
- Caso famoso em Recife: Xerox (pai), Fotocópia (filha mais velha) e Autenticada (filha mais nova).
- Merdalina: Pois é. Tem de tudo.
- Maiquel Edy Marfy: Seria Michael + Eddie Murphy?
- Maycom Géquiçom: Sem comentários
- Urinoldo Alequissandro: O médico que atendia este garoto o encaminhou para outro colega. Não conseguia parar de rir ao associar o garoto com um urinol.
- Kevinson Junior: O nome do pai era Rafael.
- Caralhecilda: Ninguém chamava a paciente gritando. Por que será?
- Um Dois Três de Oliveira Quatro: Esse é famoso. É um agricultor potiguar.
- Tospericagerja: Um clássico, homenagem do pai aos craques da Copa de 70: TOStão, PElé, RIvelino, CArlos Alberto, GERson, JAirzinho.
- Jean Claude Van Dame da Silva: Um magrinho raquítico.
- Boniclaide: Bonnie and Clyde
- Erripóter: A mãe não se chamava J.K Rowling.
- Kalifornia Drim dos Santos e Roliude dos Santos: Irmãos provindos de uma comunidade hippie.
- Darkson Stick Nick da Silva: Venceu um concurso promovido pelos médicos: O pior nome!
- Harlei David Son: Born to be wild!
- Laion, Pantro e Xitara: Geração Thundercats.
- Uilikit e Uiliket: Gêmeos também da geração acima.
- Bilidudilei e Jimibradilei da Silva: Irmãos.
- Letisgo: Outro clássico. Let´s go, em versão tupiniquim.
- Railander da Silva: Esse sofreu um corte, para sua sorte, não foi a sua cabeça que foi cortada.
- Heman Eduardo: A pronúncia é He-man! Pelos poderes de Grayskull!! Acreditem ou não, sua irmã se chamava She-Ra.
- Bruno: Filho mais velho. Até aí nada, o problema foi quando o mais novo nasceu e foi batizado de Marrone.
- Pir: Pronúncia PI-ERRE.
- Ellen Geoáite: Homenagem a uma escritora americana chamada Ellen G. White.
- Eneaotil: Era mais fácil chamar de NÃO.
- Darzã: O pai era fanho e o cara do cartório não entendeu quando ele disse: Tarzan.
- Kwysswyla: Uma proeza, só uma vogal! Leia-se Quíssila.
- Romixinaide: Homenagem a Romy Schneider. Tá, eu sei que você não conhece. Foi uma diva do cinema há uns 50 anos atrás.
- Shaite: Nosso velejador Robert Scheidt também merece homenagem
- Madeinusa: Exótico? Apenas a expressão MADE IN USA, junta.
- Free William da Silva: Free Willy legendado.
- Mijardenia e Merdamercia: Irmãs, carinhosamente chamadas de Mimi e Memé.
- Tayla Nayla, Taxla Naxla, Tarla Narla: Levanta a mão aí quem também era fã de Tartarugas Ninja!
- Michelângelo: Seria uma homenagem bonita ao pintor renascentista?
Nada, era a tartaruga ninja mesmo.
- Leidi Dai: Nem precisa tecla SAP.
- João Lenão: Beatle tupiniquim.
- Magaiver: Esse com certeza tinha uma mãe que tomava pílula e um pai vasectomizado que estava usando camisinha no dia. E mesmo assim nasceu.
- Orange, Blue e Yellow: Família arco-íris.
- Justdoit: A Nike fazendo a cabeça do povão.
- Aga Esterna: Essa era uma jóia! Literalmente.
- Mari Onete: Ao contrário do que se pensa, foi sozinha à consulta.
- Delícia Cremosa: Devem ter levado o pote de margarina pro cartório.
- Jedai: Que a força esteja com você.
- Inri: Isso mesmo. Jesus de Nazaré Rei dos Judeus.
- Rudegulete e Claiver: 2 irmãos, uma dupla de ataque poderosa (RuudGullit e Kluivert).
- Ulton: Ao chamar a criança, o médico foi corrigido pela mãe: U-Eli-Ton. Tem que pronunciar o “L”.
- Istiveonder da Silva: Ao contrário do cantor, esse enxergava bem.
- Uiliam Bone: Futuro apresentador do Jornal Nacional.
- Silvester Estalone: Diz o médico que pediu um autógrafo.
- Hyrum: Pronuncia "Airon". Questionado, o pai disse que era homenagem ao Iron Maiden.
- Frankstein Junior: O pai se chamava João da Silva.
- Como será que posso fazer pra demonstrar minha paixão pelo esporte e minha estupidez simultaneamente? Kung Fu José e Kung Fu João: Gêmeos.
- Myqueimausi: Deve ser filho do Valdisnei
- Miquetiçon: Segundo a mãe, pronuncia-se Mike Tyson.
- Patrick Itambé da Silva: Homenagem ao ex-piloto francês de F1: Patrick Tambay.
- Villejack Jeans e Cachemire Bouquet: Dois irmãos. Eita propaganda!
- Hotidogson: Nem o cachorro quente escapa da homenagem.
- Milquesheiqueson: Qual era o sabor?
- Brucili Benedito da Silva: Mais um homenageado, Bruce Lee.
- Abias Corpus da Silva: Esse nunca iria preso.
"B R A Z I L" PAÍS DA CRIATIVIDADE??!!
Colaboração ex-aluna Andreia Morais
sábado, 3 de janeiro de 2009
Lançamento de livro!
Meus caros alunos!
Estou trabalhando arduamente na elaboração do meu primeiro livro. Serão 200 questões de Direito Administrativo com o gabarito comentado. Já plantei uma árvore (um pé de acerola), já fiz um filho (a minha querida Amanda) só faltava escrever um livro.
Quando estiver pronto eu avisarei.
Prof. Walber
Estou trabalhando arduamente na elaboração do meu primeiro livro. Serão 200 questões de Direito Administrativo com o gabarito comentado. Já plantei uma árvore (um pé de acerola), já fiz um filho (a minha querida Amanda) só faltava escrever um livro.
Quando estiver pronto eu avisarei.
Prof. Walber
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
sábado, 20 de dezembro de 2008
Suspensão de Liminar!
Suspensa, em 18.12.2008 a liminar que impedia a liberação do edital do TRE-Ce visando a realização de seu concurso público. SEJA O QUE DEUS QUISER!
Prof. Walber
Prof. Walber
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